Calaicos

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a Sul mirando Oeste

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Dia da Cidade de Nampula


Feriado, praticamente terminei a formatação do novo portátil, adquirido em Portugal depois do roubo no aeroporto de Nampula. Recuperei o back up de 1/7, recuperei o trabalho das duas semanas de Julho (SMPMRS e CAHP) mas a grande perda são as fotografias da SEAT 2016 / 2017, com excepção das que foram colocadas por aqui!

sábado, 8 de julho de 2017

24 de Junho 2017





O Cruzeiro do Sul vai-se deitando a Oeste sem fugir ao seu pólo respectivo, enquanto a Lua se prepara para sair de nova e entrar crescente, tirando os Muçulmanos do Ramadam! Seguir-se-a a festa do Id! 

No campo, a vida continua!



terça-feira, 4 de julho de 2017

Anedota chingondo macua!


Em Moçambique, actualmente em fase de transição epidemiológica, está-se a descrever uma nova doença (mas parece que de facto seria muito velha!), classificada a meio caminho entre a doença tradicional e a convencional: a Chefíase! 

Provocada por um bacilo muito infeccioso, resistente e contagioso, o Poderius putrefactus, com um tempo de incubação variável segundo os meios entre as 24 horas e mais de um ano, ataca sobretudo os Chicos nhoca. Os sintomas apresentam-se tipo mulolo, o comportamento simula a macaga, o prognóstico é reservado e o tratamento ainda está em estudo!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Maio, dia 8 do ano de 2017 D. C.


Hoje duas boas notícias: mais um artigo publicado em Inglês no IJR “Maternal and new born mortality: the users opinion why mothers and children are dying in Natikiri” e um telefonema dos correios de Nampula a dizer que chegou uma encomenda para mim, os dez livros editados na Alemanha, em português, de “Epidemiologia para o Médico de Família”!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

A fofoquice inventada da coincidencia?


Mas às 13 h o DIRE permanente (depois de 10 anos de Moçambique) está disponível na Direção Provincial de Migração e depois da aula de saúde da comunidade do quinto ano de medicina, a carta de condução de pesados (provisória) está disponível na escola de condução G, a Sra. X já tinha ido buscar para mim.


A agenda 2 sectores 22 resultados conclui-se. Faltam 5 artigos já nas revistas, 2 a submeter e 1 livro. Casa FV. E por aqui, está! (não é!).

25 de Abril: silver snake!


Depois de 8 dias de viajem a Maputo para formalização do conteúdo / curriculum, requisitos de certificação, caderneta do residente, protocolos com as instituições de saúde, para a especialização de Medicina Familiar e Comunitária (Residência), no Hospital Geral Polana Canico,  mais o convite para a assembleia da Ordem e Gala do médico – Centro de Conferencias Joaquim Chissano, muito chique na marginal da Costa do Sol, avião a horas e boleia, chego a casa e tenho ao lado do portão dos peões no quintal, depois de entrar, de baixo da mangueira, uma cobra prateada, comprida (1 m) e fina, morta!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Vida no campo!






em Fevereiro...


A chuva continua, a Época dela não quer acabar. Apareceu a minha amiga (penso eu de que…) pendurada no alto poste de iluminação por trás da casa, quase de cabeça para baixo: grandes asas (> 1 m), toda cinzenta, excepto o bordo frontal das asas e o círculo dos olhos, negros, ocupada a debicar extraindo não sei o quê!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

E os utilizadores?

Maternal and Newborn Mortality: Community Opinions on Why Pregnant Women and Newborns Are Dying In Natikiri, Mozambique.

13 de Fevereiro


Dia em que nasceu o meu pai...

As tempestades ocorrem agora diariamente, aproximadamente sempre à mesma hora, fim de tarde, de todos os tipos: ventania forte e chuva torrencial; relâmpagos horizontais a Norte, do mar para a terra, silenciosos; relâmpagos verticais, próximos de sonoridade espantosa; clarões múltiplos a Oeste, som fundo.


As medidas de prevenção e recuperação de catástrofes a nível nacional estão em acção. Já há dezenas de milhares de casas perdidas e de pessoas desalojadas. Um ciclone tropical aproxima-se de Inhambane…

quarta-feira, 7 de junho de 2017

1 de Fevereiro de 2017


Os dias são agora mais longos, até depois das 18 horas. Esta noite, entre vários sonhos, apareceu um repetido inédito famoso: uma grande cobra (3 ou 4 metros), bem grossinha (talvez como uma Giboia?), apareceu no chão junto à parede da casa no sítio da Papaeira, lado da sombra; fez diferentes movimentos e percursos lentos e desapareceu. Significado? Talvez por ser o ano do meu signo chinês do Galo! 

sábado, 3 de junho de 2017

sexta-feira, 2 de junho de 2017

SOUTH EAST AFRICAN TOUR – SEAT 2016 / 17 7.500 km, 25 dias, 8 províncias Moçambicanas, 5 países. 18 de Dezembro 2016


Sem portátil, com vontade de conseguir não fazer nada de “trabalho”, mais à maneira Matxuwabo, “que se faz por aqui? Não se faz nada!”, arranco para as férias grandes, 2016 – 2017. E porque hoje é Domingo, saída de Marrere tarde (11:30) depois de fechar a casa, apesar de andar há 3 dias a preparar as 4 panteras; está bom tempo, quente, janelas da frente do Surf abertas; passar o controlo da PT sem mais, rectas, pontes, Namaita; paragem na Vila de Murrupula, continuando lentamente e paramos na ponte do Rio Ligonha (fronteira com a Zambézia) para dar uma volta a pé e tirar umas fotografias ao Rio e a uma manada de vacas que passava a pastar; merendamos mais à frente numa sombra e continuamos até Alto Molócue. Almoço de carne para as panteras, eu bebo uma tónica. Rectas boas, o monte Namuli a Oeste, Mugulama, a crista do Monter Erego ao fundo (Ile). Em Nampevo a Polícia de Trânsito apelida-me de condutor ilegal – carta de condução da ex Comunidade Europeia - e a Z passa para o volante; estrada por desvio de terra e lama, alguns grupos de soldados, engarrafamento longo dos dois sentidos, com camião derrapado, lama escorregadia enganou o motorista (zona com casas queimadas da suposta guerra em curso!). De regresso ao alcatrao, mais 20 km de rectas, controlo policial ate a ponte do Rio Licungo. Passamos Mocuba com uma Coca-Cola e uma sandes, mais longas rectas, estrada boa, passando Namacurra e o rio, quase a chegar. Jantar de frango assado com batata frita no tasco de Nicoadala que a Z tinha pedido ao O para marcar, mesmo assim esperamos mais de uma hora, conversa puxa conversa, só começaram a preparar quando chegámos. Encontram-se velhos conhecidos. Entrando o portao, jardim limpo, casa mais ou menos, descarregar malas, arranjar o basico e descanso dos primeiros 500 Km!

segunda-feira, 29 de maio de 2017

SEAT 19.12.2016

No fim da manhã (depois da E lavar alguma roupa e dar um jeito nas coisas) saímos de Nicoadala para Quelimane; encontro um novo “velho” português muçulmano no Delicias (estava o N também, chegado da África do Sul); assunto carta de condução em curso (registo criminal, atestado médico e fotografias ok, sai amanhã), voltar da parte da manhã; estava o F-C (oficina fechada), o AP (a trabalhar agora para a Visão Mundial), o RH (ex Madal) e um dos filhos, cruzei também com o X (ainda na FGH em Maputo). Deambular nas arcadas da arquitectura mestiça, colonial, tropical, goence, calor bastante, os barquinhos no Bom Sinais. Regresso a Nicoadala sem mais, jantar tranquilo em casa, um branco fresco!

domingo, 28 de maio de 2017

SEAT 20 de Dezembro 2016: baixa Zambezia.


De manhã cedo, ainda fresco, duche de caneca, breakfast frugal e toca no Surf para Quelimane com a C para a Escola de Condução. Do INATER as notícias saem a conta gotas, horas na avenida encostado ao 4x4, cumprimentam-se velhos conhecidos; entra e sai, na burocracia do sistema, as linhas curvam-se. Sair, nada a fazer. Deverei tirar a Carta de Pesados na Escola de Condução. Comer um bolo no “Delícias” e tomar um expresso. Bicicletas circulam por todo o lado, com e sem passageiro (e passageiros), parece na India. A cidade adormecida pedala. Regresso a Nicoadala, rectas sobre elevadas entre as machambas de arroz, passo Ceramica, sem história. Em casa, as panteras portam-se bem, tudo tranquilo.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

SEAT 21 Dezembro


De manhã pelas rectas multi quilometricas entre as machambas de arroz para a capital da Zambezia, Quelimane, para a Escola de Condução outra vez; vamos deixar passar tempo como aqui normalmente se faz; passar na volta, vir fazer o exame teórico; veremos se há alguma evolução quando passarmos no regresso. Um cafe e descolagem no meio das bicicletas, engarrafamento das barracas e peoes do mercado depois da Sagrada, para Nicoadala, passando a Ceramica. Descarregar compras, acender carvao, abastecer agua, jantar de porco assado. Explico a distribuição das prendas de Natal ao O e encomendo a tarefa de pôr as 3 panteras, pelo menos duas horas por dia, a trabalhar sobre o livro de contos e sobre o livro da escola. A Z instrui os principios basicos e as recomendacoes de apoio. Descansar que amanha temos Rio Zambeze e Nhamapaza!


sábado, 13 de maio de 2017

SEAT 16 - 17: 22 de Dezembro


Saída de Nicoadala às 10h em direcção a Caia (tarde mas era previsto ter tempo suficiente), para apanhar a “Coluna” das 14h. Passamos o “Zero”, alguns soldados, Chimuara. V. ao volante para “muzungo” não complicar as passagens nos militares. Atravessamos a ponte Emílio Guebuza sobre o Zambeze e em Caia damos com a tropa abundante, alguns camiões, a coluna já perdemos informa o Militar; damos 100 Mt e estamos a ir apanhar os últimos camiões – a loucura rodoviária é total, estrada quase completamente destruída, grande velocidade, ultrapassagens malucas, às vezes 3 camiões em paralelo na estrada / picada, buracos e poças de água. Alguns militares perdidos em grupos de 3 a 6, muita poeira, tiro algumas fotografias com cuidado – Matondo, vamos ultrapassando até Nhamapaza, onde a carrinha da tropa / polícia (a dita cuja segurança da “coluna militar” contra os ataques da Renamo) está a sair da estrada para parquear com 6 soldados (o carro é da Policia). Continuamos, estrada péssima, buracos atrás de buracos, enormes, primeiras curvas da serra no fim de tarde e continuamos até à Gorongosa para comer frango Hallal com Coca Cola! Telefono à F. a dizer que passamos o bocado perigoso (!) e seguimos para Inchope; neste cruzamento central, engarrafamento de camiões, desligar e muita paciência; para Este estrada beneficiada em alguns troços outros em construção, outros péssimos – Nhamatanda, Dondo e Beira onde chegámos à 1h da manhã. V. com ataque de nervos por causa de um telefonema da F., faz uma fita, depois acalma e entra! Cama que bom!

terça-feira, 9 de maio de 2017

SEAT 23 Dezembro 2016


Conversa de família, pôr a escrita em dia, últimas novidades e planos (profissionais, regresso a Portugal, expansão familiar, residência); fazer nada, portatil nao trouxe; comer um pouco, sumo e frutas tropicais. Sair de carro, algumas compras nas lojas da Beira, o básico, muita gente a circular, tuc tuc a passar. Parece-me que a cidade esta mais degradada, a chuva tropical nao perdoa!

SEAT 24 de Dezembro.

Piscina, far niente total, preparativos para a Festa, participação da M. e da equipa da XPT. Grande jantar, depois Pai Natal em acção (myself com apoio do Z de acolhedor chefe de casa), o A. curtiu largo, depois distribuição de muitas prendas e um teatro sobre o nascimento de Jesus de autoria da M. com actores improvisados no momento (L, Z e os restantes colegas XPT!): muito nos rimos!

domingo, 7 de maio de 2017

25 Dezembro 2016

Domingo ao vivo. Banho de mar na praia do complexo Chinês, com hotel, casino, piscina, atrás do muro de pedra falsa, depois de passar a duna; pouca gente, o mar está bem agitado mas com água de boa temperatura. Umas boas braçadas para passar a rebentação e estou a boiar balançadamente! A fala de expectativas. W desafia as ondas e Y tira fotos e pede mais! Jantar de Natal um bom bacalhau assado no forno. O L está fixe, relaxado! Conversas amenas e o W a curtir as prendas! 

sábado, 29 de abril de 2017

SEAT 26 Dezembro 2016

Acordo tarde. Depois do breakfast, trânsito sereno na zona do Hospital Central da Beira e piscina ao fim da manhã no Clube Náutico: umas leituras sumárias na sombra do chapéu de sol. As ondas ligeiras do Índico estão pouco abaixo nas areias da praia. Um far niente total. Compra de alguns essenciais e conversa. Jantar na casa da Mónica, apartamento de primeiro andar na marginal, com seus colegas, equipa multinacional da MSF: uma comida brasileira inovadora e agradável, muitas trocas de ideias e um debate sobre a cooperação estimulam a dialectica.

South East African Tour

27 de Dezembro de 2016

Terça-feira, depois da tolerância de ponto de ontem, ida ao Consulado para validação da Carta de Condução, na tentativa de obter uma equivalência Moçambicana depois no INATER em Nampula – 40 euro. Conversa com o Cônsul para informação vital sobre a insegurança geral e os portugueses na paisagem. A “segunda cidade de Moçambique” tem uma arquitectura colonial tropical extremamente característica. Mas as chuvas fazem os seus estragos. No telejornal da noite o Djaka