A Poente...

A Poente...
Na Baía de Nacala!

Alfacinha

Alfacinha
encontra Mapebanes

Luso calaico

Luso calaico
visita Etxwabo

sábado, 14 de julho de 2018

Metodologia de investigação em ciências de saúde!

Sala cheia:


Todos os dias, os grupos de trabalho interdisciplinar discutem o protocolo.


Os docentes vão apoiando a discussão.


A estrela da semana, o maior investigador Moçambicano!


O trabalho continua na próxima semana!



Cuidados paliativos em Moçambique.

http://medcraveonline.com/HPMIJ/volume_issues?issueId=2174&volumeId=522

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Participação das comunidades locais.

Na gestão dos serviços de saúde.

Em cuidados primários,

e secundários.

Comité de Co-gestão do Hospital Geral de Marrere, Posto Administrativo de Natikiri, Município e distrito de Nampula.






quarta-feira, 20 de junho de 2018

Explêndido ambiente sonoro!

Para quem se lembra...



Mas, a imagem que podem aproximar...


O ambiente sonoro é da África Ocidental!







segunda-feira, 18 de junho de 2018

Saúde da criança nos CSP para o Médico de Família.

O que precisa saber o MF para atender o maior grupo populacional em Moçambique?


O exame avalia o conhecimento adquirido.


E também a atitude relacionada ao saber fazer, a implementação na prática.


E este é o grupo, quase completo, dos 46 Estudantes do 5º ano do Curso de Medicina, IX Semestre na Cadeira de Saúde da Comunidade!




domingo, 17 de junho de 2018

Training!


Quando as pernas são maiores do que o corpo, quando os passos são maiores do que as pernas, a aeróbica insiste em predominar a zen, sem o conseguir, mas a velocidade aumenta.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Alterações climáticas!


Ontem a hora aerozen foi interrompida por uma chuvada boa e prolongada. Hoje saí às 16:30, sol fresco, tirei umas fotos. Cada dia como se fosse o último da tua vida!

sábado, 9 de junho de 2018

Que maio?



Saí com Z no Toyota às 4:30. O carro estava estranho, pesado, a gastar muito gasóleo; parecia 4x4 altas; era obrigatório ter reagido; parei para mijar, continuei, aéreo; como classificar este tipo de estupidez? já perto de Namialo, cheiro a queimado, fumo, parei. Estava a deitar óleo, mas não se via aonde. Deixámos arrefecer e arrancamos lentamente mantendo velocidade moderada. Paramos em Namialo, Z arranja um mecânico, vem reparar ali mesmo na estrada, junto ao cruzamento para Pemba. Tirou a proteção do carter, o óleo estava a sair da junta do veio de transmissão para a caixa 4x4. Abriram, uma junta estava destruída, foi comprar no Nigeriano mais óleo de caixa; montou, experimentou, não pingava.



Arrancamos para Pemba, ao chegar a Nacaroa, fumo outra vez, muito. Parei, abro o capot, fogo em baixo do motor; extintor não funciona; Z chama os populares, pede areia que lançam no motor. O fogo acaba por se extinguir. Dou à chave, está a trabalhar; negociações com o ZM para ver se nos vem rebocar, não tem carro, o Nissam ainda não está pronto. Aparece um mecânico, tira proteção do carter, diz que o 4x4 deve ter gripado, basta desligar o veio de transmissão e continuar em 2 rodas. Assim fazemos, lavamos o motor para tirar toda a areia, acabamos a lavagem na bomba de gasolina. O carro está a funcionar, o M confirma que devemos poder andar. 




Saímos de Nacaroa em direção a Cabo Delgado e após 10 km reverificamos – está a pingar um pouco. Regressamos a Nacaroa; mecânico aparece, diz que tem um eixo para montar num camião, 30 minutos, depois irá acompanhar-nos até Chiure (200 Mt para o regresso de "chapa"). Passou uma hora, passeei na Avenida principal da Vila, fui até à Nacional; o mecânico chegou e diz que deve quebrar o jejum, é Muçulmano, poderemos ir sozinhos, o carro vai aguentar. Telefonamos ao M para ver a opinião, diz que pode ser. Avançamos com calma, devagar, atravessar o Lúrio, estrada péssima até Chiure, onde chegamos às 22h. Diretamente para a conhecida Pensão Lucol. Restaurante fechado mas há quarto, rusqueiro. Saída para ir comer no Somaliano na estrada principal, banho quente e sono descansado na rede mosquiteira.





sexta-feira, 8 de junho de 2018

1º de Maio 2018

Levantei-me às 6:15 para ir para a concentração na Padaria Cipal, já lá estavam uns 30 da UniLúrio, tinha deixado o carro da Z em frente da sede da Provincial da Polícia.


Muitos grupos de empresas, com camiões e camisetes de cor igual, grupos de mulheres todas com a mesma capulana, assistência nos passeios, Polícia a ordenar o trânsito, via principal cortada (ir pelo Matadouro).



Iniciámos a marcha às 10h, devagar, muita gente, pela Avenida do Trabalho, virando à direita na avenida principal do Milénio, até passar frente à bancada do Governador e dos ilustres – panos vermelhos, negros e amarelos, comentador auti-falado – pouco depois mais em baixo, frente ao Recheio, vai-se desfazendo o cortejo na via ascendente.












quinta-feira, 7 de junho de 2018

Viver cada dia, como se fosse o último!


A hora aerozen poderia parecer assim:


A Sul, nada de novo.


A Poente, o fenómeno descrito Mucopoa.



Na base, terra vermelha cresce a mapira, cereal antigo no continente, precedente ao milho e mandioca!


A poente, destaca-se a presença cristã do HGM.
:


Silver coloring!

Conclui-se a actividade com a recolha dos inquéritos e o pagamento do subsídio de alimentação e deslocação.



Os estudantes chegam em grupos provenientes de diferentes comunidades, depois de terem aplicado o inquérito sobre SSR e PF aos membros das famílias que lhes foram atribuídas (Programa Um-EF)..
..


A presença da equipa da Universidade de Saskatchewan, o nosso parceiro financiador do Canadá, na prática 2 Médicos de Família e 4 Estudantes de Medicina, foi aplaudida!!!



Uma atividade extra curricular,prática prevista no regulamento de iniciação científica da FCS da UniLúrio, na investigação de implementação Comunidade Alerta para um Hospital de Prontidão.



domingo, 3 de junho de 2018

29 de Abril



Saí às 10:30 com o TG no carro da Z em direção à nacional, virar à direita para a Zambézia até à fábrica de cerveja, à direita outra vez, Matadouro, muita lama, caminho em direção a Rapale. Uns bons quilómetros de terra, algumas corgas a ultrapassar com cuidado, passar a feira, até um pequeno monumento da independência, um centro de saúde e um posto administrativo; paramos numa barraca melhorada, loja e bar, alpendre coberto, jogo do tabuleiro de madeira com bolinhas verdes, do Cabo do Régulo Caramacha (o nome de toda esta área, Caramacha Naphome, “cara manchada de sangue”, que alegam ser devido a ter sido uma zona muito atacada pela guerra civil, onde as pessoas eram frequentemente agredidas!). Tiro umas fotos. A casa do homem dos batuques está para trás, vai um moço connosco. Deixamos o caminho principal saindo à esquerda, caminho mais estreito, há muito que não passa carro; calor, avanço devagar no meio do mato e nisto o pneu de trás à esquerda rebenta: passei em cima de um pequeníssimo tronco de pau preto cortado pouco acima do chão, coberto de vegetação, com vários bocados aguçados. Macaco (falta uma peça), suplente, tábua e está a andar. Era frente à casa de uma família, deixamos o carro entregue e continuamos a pé. Não é muito longe a casa do senhor: a mulher atende-nos, duas crianças pequenas, o homem está na feira, dá-nos um saco de amendoim. Voltamos para trás, pegamos no carro e seguimos até à feira, muita gente, movimento, tomate, banana, milho, carvão. Lá se encontra o senhor, ainda não terminou os 5 batuques, talvez só daqui a uma semana. Compro dois sacos de carvão e regressamos sempre pelo caminho de terra, à esquerda, até ao Hospital de Marrere, descendo depois para o Campus. 

Fábula?


Altitude 495 m, movimento de translação Norte, aproximação de 2º do Equador? (de 15 para 13º Sul). Paralelo 35º Este (Longitude) de Greenwich, mudança em curso. O leão na jaula do atrelado do Circo ambulante, vislumbrou uma porta de fuga!

segunda-feira, 21 de maio de 2018